Até pegarmos as malas e passarmos pela imigração, demorou cerca de 1h.
Primeira coisa que tínhamos que fazer: Trocar nosso dinheiro.
Atenção!
Não troque o seu dinheiro nos primeiros postos que encontrar, pois lá paga-se muuuito pouco pelo real/dólar!
Saia do terminal e logo de cara, você verá o Banco de La Nación.
Aí, sim, troque o seu dinheiro. A cotação de lá é ótima.
Segunda coisa a ser feita: Arranjar transporte para o Hostel Obelisco, onde ficaríamos.
Como éramos seis pessoas, não seria desvantagem fretar um taxi que, até o centro, sai a Ar$75,00 (não aceite se cobrarem mais que isso!) , pois nós dividiríamos o preço da corrida.
Mas, pra quem vai sozinho, é mais vantagem pegar um ônibus do Manuel Tienda León (tem um quiosque no aeroporto) que sai a Ar$35,00, se eu não me engano.
Chegamos no Hostel Obelisco, uns quarenta minutos depois e fizemos o check in.
Importante: Pelo menos na Argentina, os Albergues da Juventude não aceitam cartões de crédito e você tem que pagar, logo de cara, toda a sua estadia + 20 pesos, que serão devolvidos no check out caso você não dê nenhum prejuízo ao Hostel, como perder chave ou quebrar alguma coisa.
Cuidado ao andar pelo centro, sobretudo à noite e nos finais de semana, quando o movimento é menor. A polícia argentina é até bem eficaz, mas mesmo assim, ocorrem muitos assaltos nessa área. Portanto, fique sempre atento e não saia pelo Centro com objetos de valor e/ou muito dinheiro, por precaução.
As construções antigas do Centro são realmente incríveis. Só nos arredores da Plaza de Mayo, estão a Casa Rosada, o Cabildo, a Catedral Metropolitana, o Banco de La Nación, vários monumentos e outros prédios antigos lindíssimos. Dá pra tirar várias fotos lindas desse trecho da cidade.
À noite, fomos a Puerto Madero, lugar onde há vários restaurantes e barzinhos legais (que lá, eles chamam de Boliche)! Fomos conhecer o tal do Restaurante Siga La Vaca.
Furada!!!
A brasileirada se empolga porque lá, você paga Ar$38,00 nos dias de semana e Ar$51,00, nos finais de semana e, então, a pessoa tem direito a comer o quanto quiser e beber um litro da bebida escolhida que pode ser vinho ou cerveja (é tão voltado pra brasileiro que a cerveja é Brahma!).
Até aí, legal. O problema é que um único bife de chorizo costuma ter, em média, uns 500 gramas e um vinho bom, na argentina, também não é caro (e é de qualidade). Ou seja, pra que comer à vontade se com um bife você já está satisfeito? A não ser que você coma como um elefante!
Mas mesmo assim, não acho que valha à pena, porque, além do atendimento não ser lá essas coisas e do restaurante, em si, não ser dos mais agradáveis, as porções que acompanham o bife são bem pobres, também. Em Buenos Aires, dá pra você comer em restaurantes mais bacanas e muito melhores, pagando menos.
Enfim, NÃO recomendo!
Depois de jantar, voltamos pro Hostel e dormimos pois o dia seguinte seria longo.
Saldo do dia, por pessoa:
Taxi do aeroporto ao Centro (resultado da divisão do valor total por 3 pessoas) => Ar$25,00
Estadia total no Hostel (6 noites) => Ar$210,00
Siga La Vaca => Ar$51,00
Taxi Puerto Madero (resultado da divisão do valor total por 3 pessoas) => Ar$5,00
Total: Ar$291,00 ou, aproximadamente R$169,00